tic, tac.

E mais uma vez, ela chora. E sempre é sua culpa. É ela quem insiste, é ela quem dá coragem e no fim, ela desaba. Mas vai continuar, durante anos e anos, talvez mais que anos. Quem sabe uma vida inteira será assim. Entre o bom e o ruim, tem sempre o melhor. Se é o que ela quer, não custa. Mas, fazer o que num momento desse? Escolher a felicidade, a dificuldade ou a facilidade? Ela não sabe o que fazer e eu, bem, eu não sei como ajudar. Sente dores a toa, mas sente. E dói tanto quanto uma dor de cabeça. É real. A dor e o sentimento. Agora, o que escolher? Como saber?

E o que quer que seja, ela vai saber, ela precisa de um tempo. Então, o relógio começou a partir de agora.

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